sexta-feira, janeiro 11, 2008

VERDADEIRAMENTE

Fere de leve a frase... E esquece... Nada

Convém que se repita...

Só em linguagem amorosa agrada

A mesma coisa cem mil vezes dita.

Mario Quintana

O meu comentário???
Fácil de dizer...
Nem sempre fácil de esquecer...
Para quê guardar rancores??
Para quê deixar que nos rasgue por dentro?
Mesmo no amor...
Mas acontece....
Porque sentimos verdadeiramente...
Amamos verdadeiramente...

INTEIRAMENTE

PROJETO DE PREFÁCIO

Sábias agudezas... refinamentos...


- não!

Nada disso encontrarás aqui.

Um poema não é para te distraíres

como com essas imagens mutantes de caleidoscópios.

Um poema não é quando te deténs para apreciar um detalhe

Um poema não é também quando paras no fim,

porque um verdadeiro poema continua sempre...

Um poema que não te ajude a viver e não saiba preparar-te para a morte

não tem sentido: é um pobre chocalho de palavras.

Mario Quintana

O meu comentário???
Vive em ti, transforma-te...
Segue-te...
Guardas nas páginas do livro que lês...
Serves-te das palavras para exprimires a tua opinião...
Porque compreendeste o sentido...
Porque o viveste...
Visualizando-o inteiramente.................

quinta-feira, janeiro 10, 2008

O SILÊNCIO


Convivência entre o poeta e o leitor, só no silêncio da leitura a sós. A sós, os dois. Isto é, livro e leitor. Este não quer saber de terceiros, não quer que interpretem, que cantem, que dancem um poema. O verdadeiro amador de poemas ama em silêncio...


Mario Quintana - A vaca e o hipogrifo



O meu comentário???



Dúvidas???

Nenhuma....há cumplicidade, harmonia, sintonia...

Nada deve interromper a leitura, os segredos que se geram..

A imaginação solta, o cruzar de vivências....

É reler, redescobrir o prazer....

Favorecer um poema ou relembrar todos...

Com a alma....

quarta-feira, janeiro 09, 2008

PRÉMIO



Este prémio foi-me concedido pelo blog "Essências"...
Obrigada pelo carinho, pela companhia....
Devo atribuir este prémio a 10 blogs..
Como o "Com Amor" não tem muitos comentadores, o prémio é atribuido a:

terça-feira, janeiro 08, 2008

ESQUECER OU NÃO

Lábios sedentos,


Lábios que pedem,


a uma simples paisagem


ou a mais uma folha da vida,


para que se cumpra o dever


de despertar a curiosidade de um querer


e de imaginar cenas


envolvidas em fumo branco e nuvem de cristais,


onde tudo se ouve e tudo se sente.


Mas tudo se esquece..





António Marques Leal - Deserto de Ecos





O meu comentário??


Beijos apaixonados...

Quem os esquece?

Aquele momento únicos...

Cessam todos os ruídos exteriores...

Apenas fica a voz do coração..

Louca, poderosa...

Ao mesmo tempo, sedutora, encantadora..

As cores ficam diferentes...

Porquê esquecer o toque dos lábios

nos nossos?