quinta-feira, novembro 12, 2009

EM PLENO

Á Minha Mulher
Eu estava morto e vivo agora.
Tu pegaste-me na mão..
Eu morri cegamente
Tu pegaste-me na mão.
Tu viste-me morrer
E encontraste-me a vida
Tu foste a minha vida
Quando eu morri
Tu és a minha vida
E assim eu vivo
Harold Pinter in "Várias vozes"
O meu comentário???
Vive-se em pleno...
No amor...
Na cumplicidade....
Sem escuridão...num óasis...
Em que tudo volta a ser mágico
quando se fala com a alma plena...
E como se compreende o silêncio....
E nada se pede quando se aconchega ao desejo

5 comentários:

. intemporal . disse...

. ser da cumplicidade a entrega mayor .

. ser da plenitude a alma in.corpórea .

. o meu comentário ? 100 comentários . poderia dizer . dizendo .

. "amei.de.amar" .

. um beijo meu, .m.a.r.t.a. .






. paulo .

uminuto disse...

a cumplicidade é o expoente máximo do amor...mas ambos tão difíceis de alcançar
um beijo

Sandokan disse...

A realidade do mundo exposta a seco na vida
É muito cruel, doi, fere, deixa nossa alma sentida,
É positivo que se saiba mostrar,
É positivo que se saiba para todos os lados olhar.
É positivo que haja que saiba expor e denunciar...

A realidade pode ser dura mas também precisa
De beber a magia das histórias de encantar
Precisa de amar, de ser acarinhada e de acreditar,
Precisa de acreditar que sempre pode existir
O brilho no olhar ou um Super-Herói
Que faça o mundo viver e aprender a sorrir
Que nos olhe nos olhos e nos deixe esperança,
O mundo precisa sarar a ferida que mais dói,
Precisa que veja um olhar puro de criança
E acreditar que vale a pena e que tudo pode mudar...

Histórias de encantar... histórias de encantar...
Vem neste meu mundo de sonho voar
Que te ensinarei como é bom saber acreditar,
Vem, dá-me a mão e diz-me que acreditas,
Diz-me que nos meus olhos a vida ainda pode brilhar,
Diz-me que me amas e que por mim não hesitas
Porque baseado na verdade que me dás talvez possa mudar,
Talvez seja mais um para fazer a diferença
E voltar a dar ao nosso mundo a cor da esperança...

As cores da vida disse...

ora nem mais... :)

beijinho**

Daniel Costa disse...

Marta

Confirmo, pelo que li, não pelo que penso, ombreias com os poetas.
Este poeminha, do teu émulo adapta-se-me, se não falarmos de amor, se o tivermos mais como humanismo. Do amor que falas seria o que procurei.
Enfim vivirei, ainda, possivelmente em virtude de um amor de certo modo esquisito: Tudo quero, mas nada dou em troca!...
Acabo de ser um pouco exotérico, perdão.
Ah, sobre a proposta que tens, tentaria, mas não consigo acessar.
Beijos
Daniel