Tela de Michael and Inessa Garmash da Página "Open Art Group"
Hoje, esta página da minha vida fica
vazia...
Página que queria simples, mas nunca banal...
Porque não sou uma pessoa banal...
Mas as horas que se abrem nesta página, nada de novo acrescentam à vida.
É, por isso, que estou aqui numa praia vazia com as gaivotas a dançarem no brilho do Sol.
Gostava que a vida fosse tão simples como o voo das gaivotas.
Ou ter a certeza do mar quando me abraça os pés.
Mas a vida,tal como a conhecemos, interrompe-se e fica despedaçada...
Página que queria simples, mas nunca banal...
Porque não sou uma pessoa banal...
Mas as horas que se abrem nesta página, nada de novo acrescentam à vida.
É, por isso, que estou aqui numa praia vazia com as gaivotas a dançarem no brilho do Sol.
Gostava que a vida fosse tão simples como o voo das gaivotas.
Ou ter a certeza do mar quando me abraça os pés.
Mas a vida,tal como a conhecemos, interrompe-se e fica despedaçada...

4 comentários:
Minha querida
Como era bom que a vida fosse como uma pluma que voa ao vento...leve e solta.
Lindo sempre ler-te.
Um beijinho com carinho
Sonhadora
Mas as ondas retornam ao mar mas logo outra onda se enrola na areia e vem acariciar os pés... por isso, a vida pode ser simples como o voo das gaivotas... basta que não seja banal!
Pois a vida nem sempre é como
queremos, a maior parte das
vezes não é. Mas estar vivo/a
é muito importante e é fascinante
a nossa luta com o não saber
até quando...
Virei sempre que possa.
Bj.
Irene Alves
Marta
Achei o texto gostoso. Na verdade, a vida será tão simples como nós a tornarmos.
Beijo de amizadde
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