quinta-feira, abril 02, 2015

LIMITE




Estou no limite
Das memórias do silêncio
Onde nem a chuva tem voz
nem o Vento se lamenta...



Da Página Discover Art

6 comentários:

Daniel Costa disse...

Marta, o limite pode ser o limiar o ser e o imaginar, entre o realismo e o sob real. Pelo meio a poesia.
Beijos

Graça Pires disse...

Nas "memórias do silêncio", a nitidez do poema...
Um beijo, Marta e boa Páscoa.

Sofá Amarelo disse...

O silêncio tem memórias que a própria memória dos sons fica limitada à voz da chuva e aos lamentos do Vento...

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

uma Santa Páscoa na certeza de que precisamos de ressuscitar na alegria, na esperança e no amor, todos os dias. Beijinho

Ailime disse...

Marta, um silencio que tanto diz!
Magnífico poema.
Beijinhos e feliz Páscoa.
Ailime

Agostinho disse...

No limite do golpe
do brilho do sangue
jorrará nova paixão