quarta-feira, abril 15, 2015

MARIONETA



Esta é a história
de uma menina e de uma marioneta...
De um monólogo escrito num dia de chuva
e declamado num palco improvisado...
De um arco-íris apaixonado por uma estrela
e de um chapéu velho e manchado que se sente só...
Tão só como a menina e a marioneta...
Num diálogo que ninguém ouve....


Da página “DISCOVER ART”

6 comentários:

© Piedade Araújo Sol disse...

por vezes chega, há espectadores invisíveis que nem sabemos.
um poema com uma certa nostalgia.
mas, é só um estado de alma, para quem escreve sempre com tanta alegria.
um beijinho
:)

Daniel Costa disse...

Marta, entre a menina e a marioneta, há sempre o diálogo que pode ninguém escutar mas diálogo ou monólogo.
Beijos

Sofá Amarelo disse...

Se calhar somos todos marionetas manietados por mãos cor de arco-íris declamadas em palcos improvisados... em diálogos de chuva manchados de estrelas escritas no tempo...

vendedor de ilusão disse...

Belo, estupendo!

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Que ternura, Marta! Que ternura.
E que bonito...

Graça Pires disse...

Maravilhoso, Marta!
Um beijo.