Olá, estimada Marta! Não tem mesmo o que dizer.. fica o vazio do silêncio. Seja muito feliz e abençoada junto aos seus amados! Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
.......... quanto me queres? quanto me desejas? ah quanto te quero quando te quero quando me queres... de Ana Hatherly - Um calculador de improbabilidades O meu comentário?? Impossível medir tais emoções.......... Podemos oferecer o mundo e mesmo assim, ter a certeza que nada representa............. Porque o que verdadeiramente sentimos, o que realmente queremos.............. só obedece a si próprio............. O nosso próprio turbilhão, um tufão que nos projecta no ar e que, bem depressa pode desaparecer................
Hoje… empurro o ar… E deixo… que o meu corpo flutue… que divague na brisa… e se sinta em Paz… Poema escrito em Maio 2026 por MV@MartaVinhais Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Baixei a minha cabeça e vivi no medo. Procurei conforto na escuridão... atormentada com as imagens e as exigências impostas pelos outros.. Sem certezas do que queria verdadeiramente. Cega, surda e muda... no caminho mais fácil.. Não olhei para dentro da minha alma ; ignorei-a... Não tomei conta do meu destino e perdi o respeito por mim. .. Hoje, aprendi a ser tolerante... Não exigo; compreendo... Dou o que tenho para dar; o que a minha alma sempre me segredou.. Se comando o meu destino? Comando tudo se falar com tudo e deixar que me falem.... Com a alma... Comentário escrito e publicado em Fevereiro de 2010 por MV@MartaVinhais@ como resposta ao poema "Invictus" de William Ernest Henley O desafio é: A partir das palavras em negrito, escrever um texto, um poema, um comentário sobre " falar com alma". Boa Sorte....
Comentários
Beijo e um dia feliz.
Não tem mesmo o que dizer.. fica o vazio do silêncio.
Seja muito feliz e abençoada junto aos seus amados!
Bjm carinhoso e fraterno de paz e bem
Quando já não sabemos ou já não queremos saber o que dizer o que fazemos?
Continuação de boa semana, amiga Marta.
Beijo.
Magnífico poema!
A sombra do tempo vai camuflando as palavras e atenuando os sentires.
Beijinhos,
Ailime