Ouço a fúria da chuva lá fora, no jardim... E, penso... no final que poderei dar à história que a chuva conta... Uma história que se desenha na sombra das árvores e sorri... no verde das folhas... Poema escrito em Setembro 2014 II Há muito… que não escuto a fúria do Vento… a abater-se sobre as copas das árvores… Porque já não tenho qualquer história a escrever sobre o jardim e sobre aquelas árvores… Tudo desapareceu… e eu própria em breve… deixarei este local… Poema escrito em Julho 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Boa noite
beijos
Um poema intenso, tanto no seu concretismo dinâmico, como no seu relevo gráfico-espacial e pictórico.
Bjs.
e também esconde tudo
basta querer....
bom fim de semana,
beijinhos
:)
Lindo, o seu poema, Marta.
Uma boa semana.
Um beijo.
o olhar nunca se basta
perante mar e vela
a forma que se revela
a cada pulsar da estrela
Bj.