sigo você faz tempo e quando sigo vasculho, mexo e remexo, entro com a cara e a coragem, não deixo por menos e não se engane nestas idas e vindas descubro e me calo, acerto e erro, sou feliz e me as vezes me estrepo. É o preço das minhas bisbilhotices e de pensar que só por que sigo alguém tenho alguma espécie de salvo conduto sobre quem quer que, seja. Mas, nesse caso especifico Marta eu sei exatamente onde está esse precioso papel, esta sua lembrança tão intensa e traduzida nesse poema lindo. Marta você sabe que quem escreveu fui eu e jamais precisaria achar nada para continuar a dizer que a admiro profundamente! Um abração carioca.
I Esta manhã, acordei agitada, sem rumo Deixei o quarto na penumbra e sentei-me na posição de Buda .... Fechei os olhos e coloquei as mãos em concha no colo.... E voltei o olhar para dentro de mim... Poema escrito em 2017 II Por vezes… sinto-me sem rumo… perdida numa agitação sem nome… E, escolho a penumbra… cruzo as pernas… Fico na posição de Buda… Volto a olhar… para dentro de mim… e respiro… fundo num reencontro suave com a Alma… Poema escrito em Maio 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Observo-me… Ao meu corpo, à minha mente… E, (re)encontro-me, reinvento-me… voltando a sentir-me completa… e totalmente rendida aos prazeres do meu corpo… Poema escrito em Abril 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Inspiro… profundamente e sinto o meu corpo à procura de um lugar seguro… Um lugar em si… nessa história escrita no sangue e no ar que o enlaça… e que só ele (o meu corpo) conhece… e deixa que, aos poucos, eu descubra…. esse lugar seguro… Poema escrito em Março 2027 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Bella Kotak
Comentários
Um excelente 2021.
Porque é fácil encontrá-lo. Está algures...
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Desejo-lhe um Excelente Ano de 2021!
Saudações poéticas!
MARTA,
sigo você faz tempo e quando sigo vasculho, mexo e remexo, entro com a cara e a coragem, não deixo por menos e não se engane nestas idas e vindas descubro e me calo, acerto e erro, sou feliz e me as vezes me estrepo.
É o preço das minhas bisbilhotices e de pensar que só por que sigo alguém tenho alguma espécie de salvo conduto sobre quem quer que, seja.
Mas, nesse caso especifico Marta eu sei exatamente onde está esse precioso papel, esta sua lembrança tão intensa e traduzida nesse poema lindo.
Marta você sabe que quem escreveu fui eu e jamais precisaria achar nada para continuar a dizer que a admiro profundamente!
Um abração carioca.
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Tapetes alvos em campos de bonança
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Beijos, e boa noite
Um beijo e tudo de bom nessa
nova era que principia.
Grande gesto e bela poesia!
Um abraço e bom fim de semana.