I Esta manhã, acordei agitada, sem rumo Deixei o quarto na penumbra e sentei-me na posição de Buda .... Fechei os olhos e coloquei as mãos em concha no colo.... E voltei o olhar para dentro de mim... Poema escrito em 2017 II Por vezes… sinto-me sem rumo… perdida numa agitação sem nome… E, escolho a penumbra… cruzo as pernas… Fico na posição de Buda… Volto a olhar… para dentro de mim… e respiro… fundo num reencontro suave com a Alma… Poema escrito em Maio 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Comentários
Já não o consigo publicar, mas consegui recuperá-lo e transcrevo-o aqui com as minhas sinceras desculpas à Chica.
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Cansaço e desilusão... Acontecem! Linda inspiração,Marta! beijos, chica!
Obrigada, Marta
Pelos bons momentos, vale a pena amar mesmo sem ternos valor algum como demonstra bem sua poesia.
A vida sem Amor é sombria.
Tenha dias abençoados com saúde, paz e Amor.
Beijinhos
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Cumprimentos cordiais
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Pensamentos e Devaneios Poéticos
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Magnífico poema, gostei imenso.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Um abraço.
Vale sempre a pena contrariar o vento!
Depois é ele que se cansará e amainará.
Gostei imenso do poema.
Beijinhos,
Ailime
Belo!
Beijinho, Marta.
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Sou a música que a noite cala
Beijos. Boa noite
As minhas sinceras desculpas.
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O Vento é dono e senhor das ruelas e das vielas..."