Sonho demais e talvez não devesse confiar tanto no tempo. Em que te amo loucamente, em que me sinto confusa por ser finalmente eu. Mesmo assim, não me convenço de que te amo como sempre desejei e sinto em ti a resposta que sempre sonhei. Não me atrevo a querer mais. POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM SETEMBRO 2010 Nota: Nos comentários, também podem dar a vossa opinião sobre a última frase, ou seja, devemos atrever-nos a querer mais?
Comentários
Já não o consigo publicar, mas consegui recuperá-lo e transcrevo-o aqui com as minhas sinceras desculpas à Chica.
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Cansaço e desilusão... Acontecem! Linda inspiração,Marta! beijos, chica!
Obrigada, Marta
Pelos bons momentos, vale a pena amar mesmo sem ternos valor algum como demonstra bem sua poesia.
A vida sem Amor é sombria.
Tenha dias abençoados com saúde, paz e Amor.
Beijinhos
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Cumprimentos cordiais
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Pensamentos e Devaneios Poéticos
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Magnífico poema, gostei imenso.
Continuação de boa semana, querida amiga Marta.
Um abraço.
Vale sempre a pena contrariar o vento!
Depois é ele que se cansará e amainará.
Gostei imenso do poema.
Beijinhos,
Ailime
Belo!
Beijinho, Marta.
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Sou a música que a noite cala
Beijos. Boa noite
As minhas sinceras desculpas.
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O Vento é dono e senhor das ruelas e das vielas..."