Martha, Li o que você escreveu e me deixei ficar ali, por uns instantes, só sentindo. É bonito quando alguém se oferece assim — como onda, como presença que não exige nada, só se aproxima e toca. Me senti acolhido nessa imagem, como se você dissesse: “Não precisa entender, só sinta”. E eu senti. Você despertou alguma coisa aqui… algo que talvez estivesse mesmo adormecido. Obrigado por isso.
Abraços Daniel https://gagopoetico.blogspot.com/2025/04/entre-o-canto-e-calma.html
Estimada Marta, peço desculpa pela minhas faltas de cortesia, mas realmente tenho andado muito baralhada com os meus comentários. Lamento. Beijos e abraços ~~~~~~~
Hoje… inspiro-me no azul… No contraste entre a Paz e a Fúria… Ou o simples mergulhar do corpo no Mar… Esquecer o Ontem… O Hoje…também… Por escassos momentos… Poema escrito em Outubro 2017 II Talvez Hoje… eu volte a escrever a Azul… E, fale novamente de Paz… Dessa Paz longínqua… mas que consigo encontrar algures no Mar… Poema escrito em Agosto 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muratom
Encontro-te... sentado na sala, com as luzes baixas... Assustas-me... Tu, com a tua lendária e inesgotável energia... Os teus desportos radicais... que nunca entendi... Como baixo está o som... A música escolhida... O meu tango favorito, à "Média Luz", que sempre desdenhaste e cuja letra, tantas vezes... torturaste... Procuro o champagne e o ramo de rosas habituais... O gesto simpático de um bom amigo para com a anfitriã do jantar... Em vão... E quando te interrogo com o olhar... o teu continua inexpressivo e levantas-te silenciosamente da cadeira... Caminhas para mim, desenhando na perfeição os passos clássicos do tango... Arrebatando-me... conduzindo-me fatalmente pela sala... Numa reconquista, numa renovação, numa afirmação... Poema escrito em 2007 por MV@MartaVinhais@ e publicado hoje novamente em resposta à proposta "Tertúlia de Amor" do blog " Amor Azul" Em homenagem também à minha Mãe que cantava muitas vezes a sua versão deste tango.
Ouço a fúria da chuva lá fora, no jardim... E, penso... no final que poderei dar à história que a chuva conta... Uma história que se desenha na sombra das árvores e sorri... no verde das folhas... Poema escrito em Setembro 2014 II Há muito… que não escuto a fúria do Vento… a abater-se sobre as copas das árvores… Porque já não tenho qualquer história a escrever sobre o jardim e sobre aquelas árvores… Tudo desapareceu… e eu própria em breve… deixarei este local… Poema escrito em Julho 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
beijo,
José Carlos Sant Anna
Li o que você escreveu e me deixei ficar ali, por uns instantes, só sentindo.
É bonito quando alguém se oferece assim — como onda, como presença que não exige nada, só se aproxima e toca.
Me senti acolhido nessa imagem, como se você dissesse: “Não precisa entender, só sinta”.
E eu senti.
Você despertou alguma coisa aqui… algo que talvez estivesse mesmo adormecido. Obrigado por isso.
Abraços
Daniel
https://gagopoetico.blogspot.com/2025/04/entre-o-canto-e-calma.html
Um abraço.
muito amor no coração.
Aplausos!
Um feliz domingo!
Beijo.
Uma paixão adormecida quando reacende é forte e intensa, como deve ser um grande amor! Lindo poema!
Um beijo e boa semana!
Estimada Marta, peço desculpa pela minhas faltas de cortesia, mas realmente tenho andado muito baralhada com os meus comentários.
Lamento.
Beijos e abraços
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