BANAL

 

Já nada é…

banal…

quando me

escondo

na Noite…

e me revelo

(novamente)...

ao sabor

do teu corpo…



Poema escrito em Outubro 2025 

por MV@MartaVinhais@



Foto de autoria de Kellie North

Comentários

chica disse…
Muito lindo,Marta! Ótimo dia! beijos, chica
Roselia Bezerra disse…
Boa noite de Paz, querida amiga Marta!
Intensidade é seu lema poético.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Daniel André disse…
Marta, tua BANAL tem aquela elegância perigosa: transforma a noite em abrigo e o desejo em claridade. É bonito ver como tu revelas o corpo do poema — e, no processo, o poema revela você.

Abraços fraternos
Daniel
https://gagopoetico.blogspot.com/2025/11/o-poder-das-ervas.html
Olinda Melo disse…
Um poema intenso que nos deixa põe a pensar
sobre o que virá depois.
Boa semana.
Beijo
Olinda
O corpo é, também, onde se podem matar as saudades.
Um abraço.
Fackel disse…
Qué hermoso eso de revelarse al sabor de otro cuerpo.
Bandys disse…
Olá Marta,
Com poucas palavras você degusta seu sabor, nada banal.
feliz noite,
UIFPW08 disse…
Bella fotografia. Complimenti
Maurizio

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