A entrega do silêncio dos corpos não tem regras, viaja na mente de cada um de nós, daí as atitudes que por vezes até nos surpreendem (e porventura assustam!) no desenhar dos dias...
Fecha-te à noite e vem.. Vem pelos longos e sinuosos caminhos que se atravessam no meu peito nu, perdido já em desejos. Não me sinto nua ou solitária. Mas nada há a dizer quando te projectas em mim na cumplicidade do teu olhar. POEMA ESCRITO EM MAIO DE 2009 E NOVAMENTE PUBLICADO EM RESPOSTA AO DESAFIO DE FLOR DO CAMPO
Hoje… inspiro-me no azul… No contraste entre a Paz e a Fúria… Ou o simples mergulhar do corpo no Mar… Esquecer o Ontem… O Hoje…também… Por escassos momentos… Poema escrito em Outubro 2017 II Talvez Hoje… eu volte a escrever a Azul… E, fale novamente de Paz… Dessa Paz longínqua… mas que consigo encontrar algures no Mar… Poema escrito em Agosto 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muratom
Hoje… não escrevi… qualquer palavra … Estou… perdida, sinto-me sem brilho… E só poderia escrever… palavras sombrias e cheias de dor… Poema escrito em Dezembro 2025 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Laura Zalenga
Comentários
Um abraço.
Reflexivo e interessante.
Abraços
~~~
interessante.
boa semana com saúde e paz.
deixo um beijo
:)
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Belo poema.
Boa semana minha querida amiga Marta.
Beijos.