segunda-feira, julho 04, 2005

SEMPRE A NOSSA MÃE

"Se soubesse como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!"

Eugénio de Andrade - POEMA À MÃE - Os amantes sem dinheiro

Para as nossas mães, nunca crescemos; somos sempre aquela criança que ela trouxe dentro de si!
É natural, mas também pode ser sufocante!
A relação pode ser bem "infeliz", como o poema diz:

"Por isso, às vezes as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.
"
De qualquer forma, nunca nos devemos esquecer que ela é e continuará a ser sempre a nossa mãe e sentiremos sempre a sua falta.

1 comentário:

Carmem L Vilanova disse...

Marta amiga,
Estive ausente nestas duas semanas, uma delas por falta de tempo, outra por falta de computador, mas já estou de volta... e já há novos posts... espero poder seguir tendo sua companhia por
Já sentia falta de poder ler e rever os amigos! :)
Muitos beijos cheios de saudades!