quarta-feira, agosto 31, 2005

APESAR DE


Apesar das ruinas e da morte,
onde sempre acabou cada ilusão,
a força dos meus sonhos é tão forte,
que de tudo renasce a exaltação.
E nunca as minhas mãos ficam vazias.

Sophia de Mello Breyner Anderson - Poesia

É, Sophia, as nossas mãos nunca ficam vazias quando sonhamos, nem que seja por um minuto!
Obrigada por me ajudares a compreender que posso transformar a minha vida, sonhando, como agora faço, com as palavras que tu escreveste e que nunca serão esquecidas.

1 comentário:

Carmem L Vilanova disse...

Marta qmiga querida,
Eu ando meio a passo de tartaruga Tentando, ao máximo manter o ritmo do meu blog... devagar e sempre...
Tenho me esforçado para conseguir manter o ritmo, mas tem sido meio complicado! Mas vou tentar, de todas formas!
Deixo-te muitos beijos e muitos sorrisos!