quarta-feira, maio 03, 2006

ÚNICAS TESTEMUNHAS

Do que fala a madrugada
O murmúrio na calçada
Os silêncios de licor
Do que fala a nostalgia
De uma estrela fugidia
falam de nós, meu amor
Paixões diagonais - João Monge

O meu comentário?
Por vezes, as únicas testemunhas do amor intenso que se vive!
Os sonhos loucos, os desejos perdidos, a paixão gasta em mil beijos, mil abraços.
Pena, às vezes não durar para sempre...........

2 comentários:

Miguel Girassol disse...

gosto muito do que escreves

Carmem L Vilanova disse...

Amiga!
Hoje, ao fim, retorno. Estive de mudança de casa, milhoes de coisas para arrumar, e para completar, mais de um mês sem internet e depois, uns quantos dias com a conexao sem funcionar bem... mas felizmente cá estou outra vez, para ler-te, saber de ti, e dar notícias de mim também.
Amiga, nós nos acostumamos a pensar que algumas coisas devem durar "para sempre", mas como dizia Renato Russo (um cantor brasileiro, já falecido), "o prá sempre, sempre acaba"... Isso porque queremos crer que tudo o que mais desejamos deve ser infinito, sem contar que muitas vezes, sim o sao... infinito enquanto duram e aí é que está a eternidade... em ser eterno dentro de nós, mesmo que seja como lembrança de um breve momento vivido... :o)
Beijos, flores e muitos sorrisos para ti, minha querida!