sexta-feira, novembro 10, 2006

ROSAS

Como as rosas selvagens que nascem
em qualquer canto, o amor também
pode nascer de onde menos esperamos.
O seu campo é infinito: alma e corpo.
Variação sobre rosas de Nuno Júdice - do livro Pedro lembrando Inês
O meu comentário??
Amor comparado a uma rosa...
Um botão que desabrocha e floresce..........
Não há fronteiras para o amor -
o amor rompe com todas as convenções...
Mas nem sempre é o vencedor.........
Por isso, tal como a rosa, murcha e morre.....
Aí, tudo fica sem sentido.......

5 comentários:

Jofre Alves disse...

Eis aqui para desejar um óptimo fim-de-semana, enquanto aprecio esta página, sempre atractiva, eternamente interessante, continuamente apelativa, por todos os motivos. Um hábito que se tornou imprescindível, claro, porque a qualidade é muita.

Para ti disse...

A rosa pode murchar...mas qd mt, caem as pétalas...
Novos botões, da mesma roseira hão-de brotar...

Alexandre disse...

O amor rompe com todas as convenções... mas nem sempre é o vencedor. Concordo plenamente contigo, muitas vezes por razões que nem sabemos porquê, atiramos o amor para trás das costas pensando que ele fica lá até resolvermos ir buscá-lo... mas não fica! Ou melhor, às vezes fica durante uns tempos mas dp vai embora...
O teu comentário está muito interessante e actual! Beijinhos!

_+*A Elite in Paris*+_ disse...

Mas ha pessoas que conseguem fazer com que essa rosa nunca murche, durante anos a fio. Qual é esse ingrediente que conseguem colocar na agua?

Acho que ainda nao conheci.

Ainda estou a ser regada!

Beijos :)

motormotor disse...

Não há, de facto, fronteiras para o amor....ou há???