sexta-feira, dezembro 28, 2007

RESPEITO

Fique de vez em quando só, senão será submergido.
Até o amor excessivo pode submergir uma pessoa.

Clarice Lispector

O meu comentário???
Perde-se a essência do ser...
Sintonia, harmonia, desejos, objectivos....
A partilhar, a completar juntos....
No respeito por aqueles momentos em que temos que pensar...
Decidir, reflectir sozinhos.....
Voar sozinhos...

7 comentários:

Um Momento disse...

O espaço ... o tal...
Aquele que ás vezes nos invadem... e tanta falta nos faz

Beijo... em ti

(*)

FM disse...

A solidão pode ser benéfica... mas jamais devemos permitir que se torne viciante ou modo de vida... Vivemos para viver em comunidade, com as devidas reticências...
Regressa sempre que tenhas vontade... Tem um ano Muito Feliz!

Pekenina disse...

Não sufoques, nem te deixes sufocar. Mas a gestão de espaço por vezes torna-se difícil =/
Encontra o teu caminho nesse vôo só e depois, quando o encontrares,, caminha de mãos dadas :)
Beijo,
Pekenina*

O Profeta disse...

Olhos abertos de espanto
A esperança renovada
Há um novo ano que anuncia
Os passos da felicidade na sua chegada

E porque gosto de ti
Companheira de viagem
Que a minha companhia
Não seja uma miragem

E porque tocaste o profeta
Com a delicadeza da tua terna mão
No abrir das minhas portas
Ilumino teu coração


Um mágico 2008


Um beijo da luz

marias disse...

E todos nós precisamos de momentos para estarmos sozinhos connosco próprios e nos reencontrarmos.

Beijinhos

Charlie disse...

Olhou para ela fascinada, de olhos tão irrealmente brilhantes que mais pareciam incandescentes, ou reflexos de luz que olhar algum seria capaz de suportar.
Aproximou-se em silêncio observando como dormia, toda encolhida sobre si mesma quase como uma bola de toque suave e fofo.
Lentamente pegou-lhe com as duas mãos em concha e apertou-a contra o peito, fechando os olhos enquanto todo o seu corpo se recolhia sobre aquele paixão, sobre aquele gostar que não cabia em si, aquela vontade de abraçar mais e mais...
E apertou mais um pouco num rebate de tanto gostar. Depois, sem ruído voltou a coloca-a no cantinho e saiu olhando docemente mais uma vez para trás.
Fechou a porta.
A noite vinha chegando nos seus trajes de rigor, e rapidamente sem que a menina se desse conta, estaria gelado o corpo do pintaínho esmigalhado num aperto de peito de tanto querer...

Carlos

http://cartassemvalor.blogspot.com/

vbm disse...

Não é fácil a habituação
à grafia do teu blog.

Porque logo a mão nítida
e o teu rosto esfumado
prendem e imobilizam
a atenção :)

Abraço,
Vasco