segunda-feira, dezembro 22, 2008

O ECO


não sei se acordei o dia com a inquietação que me corre no sangue.
sei que desassosseguei a noite.
sei que a cama não me descansou o corpo que me pede o teu.
na escuridão da noite revolvi os lençóis.
chamei o teu nome!
recebi-o de volta no eco de muitas vozes,
iguais à minha
e entrava outra vez na minha boca.
o teu nome,
apenas,
foi o que esta noite me saciou de ti.





Poema enviado pela Tufa Tau do blog com o mesmo nome










O meu comentário????






Tudo o que resta.....





No eco....





Um nome que não esquecemos....





Inscrito no fundo da alma...





Essa alma que se defende durante o dia....





Tem medo da noite.........





Adormece-se agarrada a memórias....





Que o tempo tenta gelar...





Teima-se no reencontro com essas memórias.......






Porque é realmente o que resta..........

7 comentários:

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Marta...Espectacular...
Beijos

pin gente disse...

postar as palvras dos outros é uma atitude muito amigável... parabéns!
beijos
luísa


ps - agora que nos conhecemos ao vivo é outra coisa

Je Vois la Vie en Vert disse...

Abra as janelas do futuro para não ouvir o eco do passado !

Chère Marta,
As-tu eu des nouvelles de Álvaro, as-tu résussi à entrer dans son blog? Moi je n'ai aucun problème !

Bisous tous verts

tufa tau disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
tufa tau disse...

como me entendes, marta!
obrigada por aqui teres colocado as minhas palavras.
quem, como eu, gosta de escrever só pode agradecer o teu gesto. obrigada mesmo, do fundo do coração e olha que considero o meu, um coração com bastante profundidade. eheh! estou a rir, mas não a brincar.

abraço grande (após o primeiro olhos nos olhos)

Sol da meia noite disse...

A inquietação move-nos...

Belo o poema e o comentário.


Beijinho *

AnaMar (pseudónimo) disse...

Resta muito mais do que a memória.
Acredita.
Um beijo