domingo, janeiro 18, 2009

INFINITO

Mar










Mar...Perdida imensidão.










Marulho...Quase silêncio.










Silêncio, livro branco





Onde inscrevemos





Roteiros de vida:





Sonhos, malogros,





Atitudes e aquéns.





Infinitude e finitude,





Mar...medida de solidão










de Agostinho Gomes (Livro "Janela - E rua e mar ao fundo)






O meu comentário???


O mar olha-me como se eu fosse uma estranha...

Não tenho medo dele...

Mergulho confiante....

Sem medir distâncias....

Sem me preocupar em voltar para trás....

Estranha sensação ...

...de que encontrarei o caminho de volta...

Ou de outra praia...

Pode acabar tudo aqui...

Eu posso morrer aqui...

Nem o mar se lembrar do meu nome...

O som, o cheiro do mar...

Permanecerá, contudo

infinito...

Em mim....



6 comentários:

Sofá Amarelo disse...

O Mar serve sempre para os nossos desabafos... porque o Mar é imenso, misterioso, longínquo...

Adoro o Mar e este poema veio a propósito!!!

Gilbamar disse...

Misterioso e abissal, o mar nos desafia a conhecê-lo, a visitá-lo e ver suas maravilhas. Como um grande segredo do qual sabemos pequenos resquícios, essa imensidão de água salgada faz parte da fantasia humana.

Fraternal abraço.

Sol da meia noite disse...

Mar e sentir se confundem...
Perdemo-nos na imensidão do mar e na imensidão do que sentimos.

Mas o mar, nunca deixa de ser mar...
E nós vamos sendo o que vamos sentindo.


Muito belo, poesia e comentário.
Profundas reflexões.


Um beijinho *

AnaMar (pseudónimo) disse...

Eu amo tanto o mar, como o temo...

Daniel Costa disse...

Marta

Ao fim e ao cabo, ive o prazer de ler dois interesantes poemas, o de Agostinho gomes e to teu.
A tua tinha segue recta!
Beijo
Daniel

FERNANDA & POEMAS disse...

Querida Marta, belo poema e maravilhoso comentário... adorei menina...um grande abraço de carinho e ternura,
Fernandinha