terça-feira, julho 27, 2010

SEDE

Cereja
cálice vermelho de prazer
sensualidade em veludo
sede de tocar.
Lábios de desejo
que debatem provocações,
causam sufoco de emoções
e beijos de sedução.
Vou trincar a haste tenra e fina
que desprende a cereja para a vida,
"Cereja" de Alexandre Reis
(II Antologia de Poetas Lusófonos)
O meu comentário???
Nem sei...
O que os meus lábios provocam em ti...
Posso falar do prazer em beijar-te,
sentir o teu corpo a abraçar o meu,,,,
Das vontades que despertam
e que nem sempre confesso....
A ti, ao meu próprio corpo
como se tivesse ainda dúvidas....
Não de que te amo...
Mas que as sinto,
que as entrego em ti,
de como o meu corpo
tem sede de ti.....

5 comentários:

VALVESTA disse...

O doce desejo dos lábios amado, bjos de boa noite.

Graça Pires disse...

Repartimos as palavras boca a boca como se fossem cerejas cor de vinho...
Um beijo, Marta

sinfonia disse...

Foi um prazer conhecer este seu
blogue.Voltarei.Saudações/Irene

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga

Hoje estou passando para agradecer
a sua amizade.
Amizade que torna a vida preciosa.
Que enche de cores as minhas palavras.
Que me faz ainda mais feliz,
com o afeto distribuído
a cada visita,
a cada comentário
e a cada palavra escrita
no livro dos meus dias.

Sua amizade me faz melhor.

Daniel Costa disse...

Marta

A Cereja é um poema bonito, inevitalmente o teu comentário é como a cereja em cima do bolo. Como sabes venho gostando dos poetas que escolhes e das tuas opções de comentários.
Beijos