terça-feira, setembro 11, 2012

AFLITO





Não sei se estarei a salvo

Aqui, por entre as plumas do chapéu desta estátua…

Nem encontro o Vento…

O que se passa?” pergunto às nuvens

Mas estas, solenes, afastam-se apressadamente

Ofendi alguém? Mas quem?”

E, aflito, levanto voo

Á procura de um destino que sinto não ter aqui…


FOTO DE JOSÉ ALEX GANDUM

5 comentários:

Sandra Subtil disse...

Eu também estou aflita! Mas não tenho asas....
Beijinho

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida

Hoje passando para oferecer o meu selinho de 3 anos de blogue,uma fatia de bolo e uma taça de champanhe e agradecer o vosso carinho que foi o que me fez chegar aqui.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

Daniel Costa disse...

Marta

Subtileza poética, do que tens muita.
Beijos

LUZ disse...

Olá Marta,

Como vês, até os pássaros, não sabem bem, qual o seu destino.
Imagina nós!

Beijinhos.

Sofá Amarelo disse...

Ninguém se sente a salvo no alto de uma estátua que não mexe mas que carrega séculos de história... enquanto as nuvens passam e o vento sopra...