Termina o poema. Eu não consigo....
Penso nas palavras; não as sinto, mergulho-as num vazio angustiante...
Termina o poema. Não penses no que eu possa estar a sentir.
HOJE, neste momento em que fujo das memórias da cidade...
AGORA, antes que me esconda nos reflexos da luz no mar.
Siga as aves para me apaixonar novamente pela vida....
Não sei quando volto; como volto.
Mas que seja com um brilho tranquilo no olhar...
Se quiseres, termina o poema assim....
Foto de José Alex Gandum

6 comentários:
CONVITE
Se quiserem,podem terminar o poema doutra maneira.
Se volta e como volta. Sintam as palavras que este poema não diz.
O que quiserem, mas comentem este poema..
Obrigada...
Beijos e abraços
Marta
Um poema nunca está terminado, porque as memórias são reflexos hoje que voltam sempre com um brilho tranquilo no olhar... mergulhado nas palavras...
É difícil encontrar as palavras certas para retratar o que sentimos. Então, mergulham-se as palavras num vazio angustiante...
Este poema não termina porque reflete um estado de alma único e irrepetível.
Bom fim de semana... com um brilho tranquilo no olhar...
O poema pode ser sempre continuado... não tem fim... e cada leitor produz a sua própria continuação.
Beijo, querida amiga.
Marta
O poema terminará como e quando a poeta determinar, já que o conduz solitariamente.
Baijos
Marta
Modo interessante duma criação literária. Podíamos atribuir-lhe o sub-titulo: poema inacabado.
Beijos
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