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O
que resta do dia quando a tarde já se diluiu?
Quando
os sonhos acabam e fico rodeada de labirintos cheios de silêncios e
solidão?
O que resta do dia é uma solidão inexplicável....
Fantasmas de um passado marcado a fogo na pele...
Uma única palavra que apavora a memória e abafa a noite....
Esqueci-a....
Pensei que a tinha esquecido....
Agora, volta....Agressiva...Infernal...
E eu???
Volto a ter medo.....
O que resta do dia é uma solidão inexplicável....
Fantasmas de um passado marcado a fogo na pele...
Uma única palavra que apavora a memória e abafa a noite....
Esqueci-a....
Pensei que a tinha esquecido....
Agora, volta....Agressiva...Infernal...
E eu???
Volto a ter medo.....

7 comentários:
Os nossos medos voltam, de quando em vez....quando lhes damos espaço para isso.
Beijito.
A vida é um autêntico labirinto e, quando nos deparamos com aquela imensidão de caminhos e encruzilhadas, sentimos medo.É natural, penso; surge aquele receio de errar e ter de voltar atrás. Mas...não há nada a fazer; a vida empurra-nos para a frente, não para trás e então não nos resta outra solução senão entrar um dos caminhos e seguir; se não for o certo, o remédio é experimentar outro e outro e outro; um deles há-de ser o que queremos. É claro que à noite vamos ter de pensar que amnhã vamos ter de entrar noutro caminho...vamos sentir medo de novo? É natural que sintamos, mas vamos ter de seguir em frente. Beijinhos, amiga e parabéns! Gostei muito, pois os teus labirintos, os teus medos são também os meus; são de todos, creio.
Emília
Amiga Marta
A poema de talento, como o teu merecia o adormecimento, do esquecimento, se ele não fosse o penhor do belo poema.
Beijos de amizade
Medo que apavora nossa mente e faz nosso coração acelerar pela lembrança.
Bjus e boa semana!
os medos, principalmente os nossos, voltam e fazem poiso, é preciso saber lhe fazer frente e os afastar.
um beijo
:)
Passei para te desejar um bom fim de semana.
Deixo um beijito.
Volta-se a ter medo quando a tarde já se diluiu por entre labirintos inexplicáveis de solidão e de fogo marcado na pele e na... memória!
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