terça-feira, março 04, 2014

SUSPIROS DA BRISA





"Wild red wind" by Carol Caravalis


Esta noite,
escrevo-te um poema
(mais um)
com as palavras de sempre
Até podem ser banais...
Mas se as escrevo
nos suspiros da brisa,
se as sinto
apaixonarem-se 
por ti,
se se desenham 
na linha do teu corpo...
Como podem ser banais,
ou fúteis?




6 comentários:

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Sem comentários. Simplesmente lindo e magnífico.
Beijos, Marta,
Renata

Daniel Costa disse...

Marta, os poemas não são ridículos,como as Cartas de Amor, de Fernando Pessoa.
Gosta-se do teu poema.
Beijos

Graça Pires disse...

Muito belo! Não há banalidade na emoção...
Um beijo.

Mar Arável disse...

Nada é perfeitamente inútil

Belo
Bj

Sofá Amarelo disse...

As palavras nunca são banais quando são escritas nos suspiros da brisa, e muito menos quando se desenham nas linhas do corpo, em forma de poema...

© Piedade Araújo Sol disse...

muito belo e terno.

gosto!

:)