sexta-feira, abril 04, 2014

INTEMPORAL


Imagem de "Alison Schmidt” (Discover Art)



Desejei, um dia, ser a chuva
que se deitava 
no teu caminho...
E escrevi-me
 na tua pele...

Hoje, 
tenho apenas memórias
De ti, 
do tempo, 
de momentos...
De uma vida escrita
no silêncio
da chuva intemporal...


4 comentários:

Sofá Amarelo disse...

A chuva intemporal acaba por levar escrito nos silêncios as memórias dos momentos de um tempo que desenha caminhos na pele...

DE-PROPOSITO disse...

tenho apenas memórias
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As memórias têm muita força. Ora nos alegram ora nos entristecem. E contra isso nada podemos.
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Que a felicidade ande por aí.
Abraço
Manuel

Gaby Soncini disse...

Uma chuva que nunca se vai, belo poema!

Um beijo!

Daniel Costa disse...

Marta

Na chuva intemporal, ficam a brilhar as memórias do tempo.
Beijos