sábado, setembro 06, 2014

SOLIDÃO DA NOITE



Adoro cada palavra
que escrevo...
Por mais banal que seja...
Conheço-lhe o eco na solidão da noite
Envolvo-me nas cores da fantasia
que escreve em mim...
Fica-me na alma, consola-me...
E depois...
Volto a sentir-me no topo do Mundo...



ARTE DIGITAL” (Página “Discover Art”)

7 comentários:

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Quando conhecemos os ecos de cada palavra, é sinónimo de que também elas voltarão a nós, não só nos silêncios da alma, mas também nos cumes do horizonte que nos diz...

Sempre poesia por aqui...

Um beijo amigo

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Quer editar o seu Livro de Poesia?

Tema livre.

Inscrições até ao dia 6 de Setembro de 2014.

Envie-nos o seu livro, num só documento em formato Word ou text, contendo entre 30 a 50 poemas + dados pessoais (nome, morada, telefone, idade e profissão), para: info@poesiafaclube.com

Escolheremos todos os autores nos quais vejamos qualidade.

Aos seleccionados faremos chegar, via email, uma proposta de publicação.

A nossa availação demora o máximo de uma semana.

Poderá ser um dos escolhidos para editar a sua poesia em papel e em ebook.


Para mais informações:

Direitos de autor, PVP e Outros: Clique aqui

Lançamento do Livro: Clique aqui


Read more: http://www.poesiafaclube.com/informacoes/concurso-de-poesia-do-pfc-vermelho-2014#ixzz3CYN32cFX

Manuel Luis disse...

Cada palavra que escreves é sempre bom de ler e levas-me ao topo.
Bj

Sofá Amarelo disse...

As palavras têm dono, têm sentido, ecoam na solidão da noite... quando são escritas envoltas em cores de fantasia, por mais banais que sejam... as palavras ficam na alma enquanto não chegam ao... topo do Mundo!

Daniel Costa disse...

Marta

Haverá sempre felicidade no escrever. Embora escrever seja um ato solitário, este deixa sempre uma aura de satisfação.
Bjs

Pérola disse...

O som de cada palavra pode ser um mundo.

O silêncio das mesmas...também.

Uma delicadeza mega sensível.

Beijinhos


Agostinho disse...

É quando o silêncio
da noite desce
sobre a terra virgem
que os sons se conhecem
no seu destino:
no meu, no teu, no nosso...