segunda-feira, setembro 08, 2014

VERDE




Ouço a fúria da chuva
lá fora no jardim...
E penso no final que poderei dar
à história que a chuva conta
Uma história que se desenha
nas sombras das árvores
e sorri no verde da relva....




FOTO DE JOSÉ ALEX GANDUM

5 comentários:

Ailime disse...

Boa tarde Marta,
Um poema belo, verde como a esperança!
Essa esperança que jamais devemos deixar morrer no nosso coração!
Beijinhos,
Ailime

Agostinho disse...

Afinal a fúria da chuva é uma benção no jardim da Marta.
Gostei do poema.

Sofá Amarelo disse...

Chuva é também sinónimo de verde, e verde é sinónimo de jardim, onde as histórias se desenham em sombras de árvores e nos sorrisos verdes da chuva...

Daniel Costa disse...

Marta

Lá fora, a chuva cai, a relva se refresca, saboreia, enquanto a mente se recreia, emitindo um bonito poema.
Beijos

Nilson Barcelli disse...

A chuva pode inspirar mil e uma histórias...
Belo poema, gostei imenso.
Querida amiga, boa semana.
Beijo.