sábado, julho 18, 2015

SOL




Ergo os braços
como se quisesse segurar o Sol
e deixar que a sua luz dourada
me ame...

DE ALEXANDER SULIMOV

5 comentários:

Sofá Amarelo disse...

Muito elucidativo na luz dourada do Sol...

Ailime disse...

Boa noite Marta, belíssimo poema!
O sol que nasce para todos não deixará de acariciar!
Que a luz brilhe sempre na sua vida.
Beijinhos,
Ailime

Agostinho disse...

Pela manhã ele vem sempre ao nosso encontro

Felicidades, Marta, envolta em luz.

© Piedade Araújo Sol disse...

todos (ou quase) os dias ele nasce ...

:)

Carmem Grinheiro disse...

Deixar-se amar pelo sol é felicidade pura.
Bela imagem a ilustrar.
;)
bj amg