quinta-feira, outubro 08, 2015

EM DESESPERO



Não amo em desespero...
Amo apenas...
Sem procurar razões...
Escutando os sentidos
a incendiarem-se...
A lutarem entre si...
E depois a acalmarem-se
no culminar do êxtase...


TELA DE DAVID GRAY (USA)

7 comentários:

Jaime Portela disse...

Amar por amar, sem mais nada a justificar o amor, é o amor verdadeiro.
Magnífico poema, como sempre. Gostei imenso.
Marta, minha querida amiga, tenha um bom resto de semana.
Abraço.

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

Amar sem procurar razões? E poderá haver outra forma de amar? :)

Muito bom...

beijo amigo

Daniel Costa disse...

Marta, o amor nunca carece de razões, é como um poema, nasce da imaginação.
Beijos

Graça Pires disse...

Amar sempre, com os sentidos todos incendiados. Para quê a razão?.
Belo, Marta.
Um beijo.

Sofá Amarelo disse...

Nada é bom de fazer em desespero... tudo deve ser sereno e natural, porque só assim os sentidos estão em sintonia com o êxtase...

Mar Arável disse...

Belo nesta desordem de cores nos jardins

Agostinho disse...

Fique-se pelo "espero", atire-se o prefixo às malvas.
Depois há-de vir o que se quer, quem se quer.