Provavelmente não... porque a chuva vai e vem, escreve-se no tempo e no vento, em momentos de desespero e mesmo até em momentos de prazer, porque a chuva está desenhada no limbo...
Penso que sim! Um instante nunca é igual ao outro e se em vez da chuva no corpo fosse a luz do sol a iluminá-lo, sairia do coração um poema mais alegre. Mas a chuva rem sido muita e, mesmo que nao me molhe o corpo, escurece-me o coração, preciso de sol, Marta e ele está preguiçoso...teima em não aparecer, Beijinhos e tudo de bom Emilia
Observo-me… Ao meu corpo, à minha mente… E, (re)encontro-me, reinvento-me… voltando a sentir-me completa… e totalmente rendida aos prazeres do meu corpo… Poema escrito em Abril 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Já não sei… o que é o “depois de”... Pois, se o que fica é este silêncio maldito… que nem o murmurar do Mar quebra…. Poema escrito em Abril 2026 por MV@MartaVinhai s@ Foto de autoria de Christine Muraton
I Esta manhã, acordei agitada, sem rumo Deixei o quarto na penumbra e sentei-me na posição de Buda .... Fechei os olhos e coloquei as mãos em concha no colo.... E voltei o olhar para dentro de mim... Poema escrito em 2017 II Por vezes… sinto-me sem rumo… perdida numa agitação sem nome… E, escolho a penumbra… cruzo as pernas… Fico na posição de Buda… Volto a olhar… para dentro de mim… e respiro… fundo num reencontro suave com a Alma… Poema escrito em Maio 2026 Ambos os poemas escritos por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Christine Muraton
Comentários
Emilia
um pouco nostálgico.
beijo
:)
Excelente poema, gostei muito.
Bom fim de semana, querida amiga Marta.
Beijo.
Que poema lindo!
Poderia ser diferente ou não.
Só as circunstâncias o poderiam dizer.
Beijinhos,
Ailime