sexta-feira, agosto 25, 2017

DESCALÇA AO SOL



Tenho saudades
de andar descalça ao Sol…
Saudades de me sentir triste
porque a luz desaparece e tenho
que calçar novamente os sapatos…
Porque agora, neste instante,
neste preciso momento...
Quero apenas esquecer-me...



" WOMAN" POONEJ JAFARI NEJAD

NOTA:
Estarei ausente uns dias. Regresso no dia 29 e nessa altura, visito os vossos blogs.
Obrigada.

6 comentários:

Daniel Costa disse...

Marta
Poema bem adequado ao tempo, há sol nas praias para essa prática.
Boas férias.

SILO LÍRICO - Poemas, Contos, Crônicas e Outras disse...

Belíssimo poema, Marta. Ter a liberdade de andar sem sapatos, palmilhando o solo de pés nus, principalmente na areia da praia desse mar que postas, é demais - deixar os rastros que as ondas vêm e apagam... Bela imagem! Depois te esquecer de ti em pleno recolhimento, onde segundo o evangelho, a ferrugem não corrói, a traça não come, e o ladrão não rouba - aquilo que temos conosco. Parabéns, Marta! Grande abraço, Laerte.

Mar Arável disse...

O mar
esse grande confidente

Graça Pires disse...

Andar descalça. Ficar triste por calçar os sapatos... A saudade feita poema.
Uma boa semana, Marta.
Um beijo.

Sofá Amarelo disse...

Andar descalço ao Sol é uma das maiores sensações de liberdade...

© Piedade Araújo Sol disse...

um poema a clamar liberdade
e a relembrar momentos idos

beijinhos

:)