terça-feira, junho 14, 2005

A EUGÉNIO DE ANDRADE

Em homenagem a Eugénio de Andrade, só podia transcrever um dos seus versos:
Quase nada
O amor é uma ave a tremer
nas mãos de uma criança.
Serve-se de palavras por ignorar
que as manhãs mais limpas não têm voz
Curioso pensar, mas voltamos outra vez à infância quando amamos!
E sentimo-nos desamparados e hesitantes porque somos ultrapassados por um sentimento mais profundo do que nós próprios!

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