sexta-feira, agosto 07, 2009

ENQUANTO ESCREVO

SAUDADE




A saudade me aperta


Em mim tão docemente


Minha alma de engano


Nesta paz aberta,


Com este meu mal contente


Que me causa tanto dano;


Neste papel a desabafar-me...


Nos teus olhos preso


Esta vida que mal me atrevo


Continuou a enganar-me


Saudade vai-te embora, te peço


Pelo menos enquanto escrevo.




Frankelim Gomes Amaral (Livro "II Antologia de Poetas Lusófonos)


O meu comentário???


Enquanto escrevo...

Engano-me...

Por entre palavras rebuscadas e que os outros não entendem..

É tudo o que a minha alma consegue dizer..

Pois sou um prisioneiro,

a quem a saudade nega os direitos mais fundamentais...

Ver-te,

sentir-te,

amar-te...


5 comentários:

FOTOS-SUSY disse...

MARTA SUBLIME POEMA,COM MUITO SENTIMENTO...
BEIJO E ABRACO COM CARINHO...
SUSY

Rui Fernandes disse...

Fantástico... Muito bom...
Sim, quero muito ser locutor/jornalista e estou a criar o meu próprio estilo...
Obrigado pelos conselhos...
Vou seguir-te a partir de hoje para não perder o contacto...

Beijinho

Je Vois la Vie en Vert disse...

A saudade ? È um sentimento impossivel de fazer desaparecer...

Já tinha etse sentimento em relação á ti, foi por isso que por cá passei...

Beijinhos

Verdinha

MCampos disse...

Escolha interessante e o seu complemento muito bom também. A saudade nega direitos fundamentais. Gostei muito.


Fique bem. Um abraço.

a magia da noite disse...

Nem sempre nos enganamos no que escrevemos, poderemos é estar adiantados no tempo, querer ganhar à saudade a vontade que temos.