Apesar das ruínas e da morte,
onde sempre acabou cada ilusão,
a força dos meus sonhos é tão forte,
que de tudo renasce a exaltação.
E nunca as minhas mãos ficam vazias.
Sophia de Mello Breyner Anderson - Poesia**
O meu comentário???
Nem que seja o sol a beijá-las....
A Lua a acarinhá-las....
O simples respirar
quando tocam o rosto....
Nada é uma ilusão....
É a verdade da pele...
Do corpo despido
e vestido em sonhos....
Nunca esquecidos...
Nunca vencidos
ou vendidos...
Por isso, nunca
vazios...
Nunca vencidos
ou vendidos...
Por isso, nunca
vazios...
** Poema já publicado no blog, mas comentário reescrito
5 comentários:
Apesar de tudo, há sempre um amanhã...
Espero que esteja tudo bem contigo, amiga
Beijinhos
Verdinha
É de pó e de ar que se alimentam as libélulas; disso é feito o brilho das suas asas.
Nunca as mãos ficam vazias, quando exite na alma a flor da poesia. E, é da flor que estou a falar. A flor que existe na sua alma poética, capaz de fazer à réplicas à altura como ninguém. Pelo menos que eu conheça.
Parabéns querida Marta. É genial.
Bjito e uma flor
Eis uma réplica que agradaria a Sophia.
Bjs
"e nunca as minhas mãos ficam vazias" A Sophia sempre excelente...
E como interpretaste bem: "É a verdade da pele...
Do corpo despido
e vestido em sonhos..."
Um beijo, Marta.
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