Estilhaço a Noite com o som vibrante de uma canção antiga… Mergulho no seu ritmo frenético… e sinto-me… Sinto-me tão leve…. tão livre… que esqueço toda a angústia que aprisiona o meu corpo… Poema escrito em Novembro 2025 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Brooke Shaden
Às vezes, fico perdida no silêncio do teu corpo… E assusto-me… E recuo, magoada… sem saber bem porquê…. Poema escrito em Dezembro 2025 por MV@Marta Vinhais@
Escrevo-te Na praia Onde te aguardo Alheia ao vento trocista Que, a minha aparente passividade estranha Aguardo-te Na praia Onde, nu e ávido o meu desejo se agita E, a minha boca, entreaberta, sonha já Com o beijo prometido A língua toca os lábios E recua, triste, desiludida Aguardo-te. Na praia, com o vento Que se enfurece e se afasta de mim Pois vénias ao seu poder eu não fiz Vê se chegas antes que o vento regresse Armado com trovões e relâmpagos Apenas te quero todo Lutar contra o vento Não tenho vontade POEMA ESCRITO E PUBLICADO EM 2009
Comentários
Estarmos acompanhados só faz sentido se não estamos tristes, tem de haver em conta os encontros sempre têm em vista dar prazer.
Beijos
Belas palavras, gostei do teu poema.
Marta, minha querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.