quarta-feira, fevereiro 12, 2014

EM CADA





Tela de Ivan Slavisky (Discover Art Page)

Não sei
porque hoje me escondo
e leio em cada palavra
um insulto
e em cada gesto,
uma provocação

Não sei mesmo  porque
continuo a perguntar
porquê”
como se tudo,
(até a minha vida em si)
dependesse de saber 
o porquê desse “porquê”....

8 comentários:

DE-PROPOSITO disse...

Não sei mesmo porque
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Há tantas coisas que se tornam uma incógnita para nós mesmo depois de desvendadas.
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Abraço
Manuel

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Porque sente essa ânsia, comum aos poetas e aos seres sensíveis.
Lindo poema, Marta.
Tenha uma boa semana.
Beijos*****
Renata

Graça Pires disse...

Há dias em que a dúvida habita o nosso coração. Não é preciso entender as razões...
Um beijo, amiga.

© Piedade Araújo Sol disse...

há coisas que serão sempre enigmáticas e que nunca saberemos os porquês.

um bom fim de semana.

beijo


:)

Sofá Amarelo disse...

Há 'porquês' que nunca obterão resposta porque há gestos que se escondem em cada palavra... mesmo que continuemos a questionar os 'porquês'!

Secreta disse...

Por vezes, os "porquês" da vida, só atrapalham...
Beijito.
Bom fim de semana!!

Ailime disse...

Muito belo, Marta! O porquê, os porquês que nos hão-de acompanhar sempre. Um beijinho e bom fim de semana. Ailime

Uma estrela errante disse...

Excelente poema.Eles estarao sempre no nosso caminho.Beijinho