segunda-feira, fevereiro 10, 2014

HORAS SONOLENTAS


Não sei
O que me acordou

Não sei
O que me libertou da angústia de um sonho
Um sonho em nada leve,
em nada delicioso
 
Não sei
Se foi a chuva leviana
O vento arrogante
Ou a tristeza da alma

Só sei
Que acordei apenas
Nas horas ainda sonolentas da madrugada


FOTO DE JOSÉ ALEX GANDUM



8 comentários:

Daniel Costa disse...

Marta, o que liberta do sonho é cumprir-se o próprio sonho.
Beijo

Sofá Amarelo disse...

Eu acho que sei o que te acordou: foi tudo um pouco daquilo que descreves, mais o luar da Lua Cheia que, através da sua face iluminada, fez transparecer os sonhos que ficaram retidos na memória do tempo...

Secreta disse...

Tudo o que nos toque...nos perturba o sono e o sonho...

Ailime disse...

Olá Marta, e o poema aconteceu sempre com a sua tão especial inspiração. Muito belo. Um beijinho Ailime

Evanir disse...

No silêncio deste dia venho pedir-te paz,
sabedoria e força .
Quero olhar hoje o mundo com olhos
cheio de amor, ser paciente, compreensiva, mansa e prudente,
ver além das aparências teus filhos como Tu mesmo os vês e,
assim, não ver senão o bem em cada um.
Que só de bênçãos se encha meu Espírito.
Que eu seja bondosa e alegre a todos
quantos se achegarem a mim .
Reveste-me de Tua beleza, Senhor, e que,
no decurso deste dia, eu Te revele a todos.
desejo uma paz infinita para seu coração.
Uma continuação de semana abençoado.
Com muito carinho deixo aqui meu abraço.
Na postagem deixei um mimo.
E no caso de você aceitar
tenha certeza ficarei feliz.
Evanir..

Cindy Groulx disse...

Lindo poema, para que os sonhos mais que tive foram bons, e a minha vida não é ruim e atualmente estou vivendo um desses sonhos, uma vida com um twin soul.
No amor e luz
Cyn

Emília Pinto e Hermínia Lopes disse...

O que te acordou, amiga? O que nos acorda tantas vezes? Sabes, penso que o que mais nos acorda é a " tristeza da alma", uma tristeza que nos mantém despertas nas horas que deveriam ser libertadoras..." sonolentas." Quando a alma está serena, não há " chuva leviana nem vento arrogante " que nos acordem do sono reparador. Lindo como sempre, Marta! Beijinhos e boa noite...com sonhos leves e alma quieta.
Emília

Uma estrela errante disse...

Excelente poema!