quinta-feira, julho 24, 2014

DESAMOR




DE XIE CHUYU


Ridículo escrever um poema de desamor
quando só penso em ti...
Numa noite muito escura,
muito longa...
Sinto a alma desassossegada,
o corpo tenso...
Quero-te
repito baixinho
Mas só eu me escuto,
nessa noite sem sentido
e sem memórias...

7 comentários:

Sofá Amarelo disse...

Quantas vezes o desamor não é mais que amor, mesmo que ridicularizado em poemas desassossegados escritos em noites escuras e longas... onde os sentidos podem ser memórias...

M D Roque disse...

Nunca se deixa de amar. O amor pode tornar-se numa terna e doce amizade, que é a mais pura forma de amor.
Mas é sempre amor. Lindo poema.
Beijo amigo, Marta. D


http://acontarvindodoceu.blogspot.pt

Ailime disse...

Boa tarde Marta, belíssimo poema!
Um amor que se eterniza nas suas belas palavras poéticas!
Um beijinho,
Ailime

sub helena disse...

Querida Marta, ridículo é não falar de amor, é não senti-lo e não sentir-se desassossegado dentro da gente...Lindo poema, beijo.

Sonhadora (RosaMaria) disse...

Minha querida

O amor deixa-nos assim em completa rendição. Entre o coração e a razão, ganha sempre o coração.
Adorei como sempre ler-te.

Um beijinho com carinho
Sonhadora

Daniel Costa disse...

Marta

Desamor, até poderá ser um ensaio de pensamento, para depois o sentir com mais intensidade,
Beijos

© Piedade Araújo Sol disse...

escrever sobre o amor nunca será ridículo, mas o desamor não devia existir!

:)