quinta-feira, outubro 16, 2014

PUDESSE



Pudesse eu gritar...
Tudo o que me vai na alma...
Esquecer-me no voo das gaivotas
e desbravar a fantasia do tempo...
Pudesse eu ser...
Tudo isso que sonho...
Num instante,
nesse momento,
em que compreendo finalmente
a verdade no silêncio...

FOTO DE JOSÉ ALEX GANDUM

8 comentários:

Mar Arável disse...

Tantos são os silêncios

sub helena disse...

Marta, lindo o seu Pudesse... Temos tantos sonhos, tantos quereres. Se pudessemos nos deixar levar pela mentade de nossos anseios, seríamos tão mais felizes, livres... Beijo e bom fim de semana.

AC disse...

É um momento único, Marta!
Lindo!

Beijo :)

Ailime disse...

Boa noite Marta, belíssimo poema!
É no silencio que o "grito" se faz ouvir com mais nitidez!
Beijinhos e bom fim de semana.
Ailime

Sofá Amarelo disse...

Pudesse o Mar trazer fantasias no voo das gaivotas, pudesse o grito da alma ser um instante, um sonho, e finalmente poderíamos compreender a verdade do silêncio...

Nilson Barcelli disse...

Não se pode tudo, mas querer é poder...
Excelente poema, gostei imenso.
Tem um bom domingo e uma boa semana, querida amiga Marta.
Beijo.

Graça Pires disse...

Continua a sonhar, Marta, mesmo que os silêncios sejam gritos e a solidão demasiado ruidosa... Muito bom.
Um beijo.

Agostinho disse...

Profundo este, Marta.

Na liberdade do voo
outro cais há de chegar.