Somos fruto do " ontem ", mas, como acontece com todos os frutos, a colheita já foi feita e agora interessa só cuidar da árvore para que os próximos frutos, se os houver, sejam suculentos. Cuidemos então do presente, amiga! Beijinhos Emília
O "ontem" é sempre triste, porque por mais que tenha sido bom, já passou, e nunca se sabe se se volta a repetir... nós já não somos "ontem", muitas vezes nem sequer hoje... e neste caso só o amanhã fará sentido, porque é o único momento que poderemos alterar...
O ontem é o backup da memória que nos resgata da escuridão. Sem ela (memória) como ter rumo no deserto do presente? E por muito que queiramos só temos um tempo: o presente. O futuro é o presente amanhã.
Boa noite Marta, um poema lindo que reflecte bem a realidade das sombras que se abateram sobre nós! Temos que inverter a desespero das cores! Beijinhos, Ailie
Hoje, vamos pensar que estamos no Topo do Mundo… Por um minuto, sessenta segundos em que nos fechamos ao caos e o corpo se rende a si próprio… Apenas sentir o sangue a navegar, a conquistar a pele e o ar liberta-se lentamente… Em movimentos fluídos como numa dança, rasgando todos os véus com que, por vezes, nos escondemos… Porque neste minuto, nestes 60 segundos, apenas existimos nós e o Topo do Mundo. Talvez o Vento tente distrair-nos, desafiando-nos para um duelo mortal e as águias nos vigiem, estilhaçando o céu com gritos estridentes. Mas o “ talvez” não existe para nós… Estamos seguros, conscientes de nós, a sentir como a energia nos abraça e fala de Paz, essa Paz que se pinta em cada um dos nossos gestos... E, quando descermos do Topo do Mundo e abrirmos finalmente os olhos, o caos poderá continuar, mas esse minuto, esses sessenta segundos permanecerão vivos. Vivos no olhar tranquilo com que saudamos os outros, num simples abraço ou numa risada feliz. Porque estar no Topo d...
O Tempo… pode dilacerar-me… mas eu resisto… Inspiro profundamente e sinto como o ar circula pelo meu corpo… libertando-se, depois, num grito estridente… tão alto… que até o Tempo espanta… Poema escrito em Junho 2026 por MV@MartaVinhais@ Foto de autoria de Mira Nedyalkova
Comentários
Emília
Felicidades
MANUEL
E por muito que queiramos só temos um tempo: o presente. O futuro é o presente amanhã.
Temos que inverter a desespero das cores!
Beijinhos,
Ailie
um poema a ler nas suas entrelinhas...
:)