quarta-feira, fevereiro 11, 2015

SIMPLES




Hoje
escondo-me nas memórias de um poema

Um poema esquecido, pouco lido,
pouco amado...

Mas porque será tão mal amado,
se o escrevi com amor
e ele fala simplesmente de amor?




TELA DA PÁGINA “DISCOVER ART”

7 comentários:

António Jesus Batalha disse...

Muito bom o seu blog, estive a percorre-lo li alguma coisa, porque espero voltar mais algumas vezes,deu para perceber a sua dedicação em partilhar o seu saber.
Se me der a honra de visitar e ler algumas coisas no Peregrino e servo ficarei radiante.
E se gostar e desejar comente.
Que Deus vos abençõe e guarde.
Abraço.Peregrino E Servo.
http://peregrinoeservoantoniobatalha.blogspot.pt/

Sofá Amarelo disse...

Talvez porque os poemas são quase sempre escritos para quem os... escreve! As memórias escondidas nos poemas nem sempre são lidas da maneira como deveriam ser... talvez por isso eles sejam tantas vezes tão mal amados...

vendedor de ilusão disse...

Simples?... Não vejo assim, tão simples, composição poética com tamanha expressividade, escrita com a alma, - como se percebe.
Lindo e inspiradíssimo poema; gostei de fato!
Beijos.

Agostinho disse...

Um poema de memórias a fervilhar na pele da poeta(isa?).
Das entrelinhas ressuma - sente-se - o pulsar de coração.

Nilson Barcelli disse...

Poema mal amado é o poema não lido.
O teu, depois de lido, percebe-se que é amado.
Gostei imenso.
Tem um bom fim de semana, querida amiga Marta.
Beijo.

Ailime disse...

Belíssimo poema, Marta!
Os mistérios insondáveis do amor a percorrê-lo!
Um beijinho e bom fim de semana.
Ailime

DE-PROPOSITO disse...

Hoje
escondo-me nas memórias de um poema
---
Por vezes, um refúgio!

Felicidades
MANUEL