terça-feira, março 03, 2015

CANETA E LIVRO





TELA DE ROBIN ARCHER


Não sei
o que a minha caneta revelará hoje
ao traçar estas linhas...
Nem sei se encontrarei as respostas que preciso
no livro que folheio avidamente...
Apenas sei que preciso da caneta e do livro
para libertar a minha alma...


7 comentários:

Carmem Grinheiro disse...

Olá Marta,
Boa definição da necessidade de escrever. De, no papel, libertar a alma que quer falar, sussurrar, gritar...

bjn amg

Sofá Amarelo disse...

Escrever é um acto de libertação... mais do que falar, talvez apenas comparável às respostas que se encontram nas linhas que libertam as almas...

Daniel C.da Silva (Lobinho) disse...

A escrita é sempre terapêutica :)

Daniel Costa disse...

Marta, livro, muitos livros sim, sou leitor compulsivo, caneta não, com ela não escreverei poesia. Será isto poético?

Beijos

Ailime disse...

Boa noite Marta, lindo poema!
A escrita é como uma catarse da alma!
Beijinhos,
Ailime

vendedor de ilusão disse...

Assim somos nós: carregados de dúvidas sobre de como agir e expor os sentimentos...
Abraço.

Agostinho disse...


Esvaem-se palavras
ao correr da pena
quando a noite se ilumina.
- Este é o meu sangue
proclama Marta aos fiéis.