terça-feira, dezembro 15, 2015

NUM OUTRO PLANETA




Não sei
- mas como poderei saber? -
Se vivo num outro planeta...
Às vezes, penso que sim
Mas o Vento faz-me convites irrecusáveis...
E eu sei então que,
- mesmo que não faça sentido para os outros -
as cores, o sussurro do mar,
o mau humor do Vento
escrevem-se em mim...
Em histórias de sorrisos e sonhos
Em tudo que acredito ser possível...

DA PÁGINA "DELAWER ART"

5 comentários:

Daniel Costa disse...

Verdade que, por vezes, apetece imaginar poesia em outro planeta mais suave.
Beijos

Agostinho disse...

Basta querer
e é um risco acontecer.

Bj

Ailime disse...

Boa noite Marta,
Lindissímo poema!
O Vento aqui com um enorme simbolismo na crenca de que é possível a esperança.
Beijinhos,
Ailime

Sofá Amarelo disse...

... e tudo é possível porque tudo se pode imaginar: estar noutro planeta, aceitar convites do vento, ouvir histórias de sorrisos e sonhos... tudo isso é possível... basta querer!!!

Jaime Portela disse...

Temos que viver neste e, de vez em quando, noutro planeta.
Para preservar a nossa sanidade mental...
Magnífico poema, gostei imenso.
Marta, minha querida amiga, tem um bom resto de semana.
E um NATAL MUITO FELIZ, extensivo aos que te são mais queridos.
Beijo.