domingo, janeiro 17, 2016

FEITO DE MEMÓRIAS



O que faço aqui, agora?
Num dia já escrito,
já feito de memórias...
Lamento as lágrimas,
o desespero...
E agora que o tempo é só meu....
Refugio-me no abraço da brisa
num poema que só ela (a brisa) escuta...




DA PÁGINA "DISCOVER ART"

7 comentários:

Graça Pires disse...

As memórias de um sentimento sempre latente nos sentidos...
Muito belo, Marta.
Beijo.

Daniel Costa disse...

Podemos e devemos sempre nos perguntar, o que fazemos aqui, mas já sabemos a resposta, é sempre um elo poético a recordar ao mundo, que não esqueça de ser feliz.
Beijos

Sofá Amarelo disse...

Todas as escritas são feitas de memórias, e as lágrimas e os lamentos são condimentos para o desespero, ao qual só a brisa sabe como se refugiar num abraço...

Ailime disse...

Olá Marta,
A brisa escuta, acolhe e entende como ninguém!
Magnifico poema!
Um beijinho e uma boa noite.
Ailime

© Piedade Araújo Sol disse...

a memória presente e não é só a brisa que escuta...há sempre mais alguém...

um beijo

:)

Marineide Dan Ribeiro disse...

O que seria da escrita se não fossem as memórias?
Versos inspiradores os seus...Bravo!

Bjus

Agostinho disse...

A questão inicial é pertinente.
Num tempo em que a distração se
encontra por todo o lado a
rotina alimenta-se de memórias,
nem sempre são boas. Daí que a
poetisa se socorra da brisa
como instrumento poético que
lhe sopra o poema pondo "o dia
em dia".

Bj