quinta-feira, setembro 18, 2008

ABSOLUTAMENTE

Jules Massenet

Meditação, de Thais


Não há coisas absolutamente vivas


Como não há coisas absolutamente mortas.

Sempre que tocamos a árvore

há uma folha que se desprende.



de Amadeu Baptista (Livro "O Bosque Cintilante")



O meu comentário???



Pode marcar o fim ou o começo...


Um ciclo, uma vida, uma etapa...


Vivemos o que sentimos ou sentimos o que vivemos???


Em perguntas disparatadas e respostas com nexo....


Ou é tudo mesmo um disparate???


Mas, disparate ou não, ficamos a meditar...


Sugerimos, discutimos e por vezes, nada concluimos....


Verdade ou mentira?


Se tivessemos a certeza de tudo,


estaríamos absolutamente mortos...............








6 comentários:

Só Eu disse...

Olá Marta!
Como é possivel surpreenderes-me, adivinhares como me sinto?
Não conhecia Amadeu Batista. Para primeiro contacto fiquei curioso. Acho que tem um poder de sintese fortissimo.
Depois feliz do Amadeu que tem quem o comente de forma tão brilhante...
Estou com saudades de "estar contigo" (percebes, não percebes?...)
Beijinhos

Alvaro Gonçalves disse...

Boa tarde meu anjo,

Não pense que me esqueci de si, todos os dias em minhas orações peço por ti.
Agora por isso, como estás minha linda?
Minha ausencia seráexplicada em meu perfil como sempre deixo algo por lá.
Não penses nunca que mesmo estando semi - sumido te tenha esquecido.
Vives em meu coração Marta.
Beijoooooooooos

tufa tau disse...

estamos apenas desmaiados e vamos aceitando a vida

um beijo, marta

Sol da meia noite disse...

"Se tivessemos a certeza de tudo,

estaríamos absolutamente mortos..............."

Marta, estas tuas palavras resumem as de Amadeu Baptista.
Vamos deixando que as folhas se desprendam, uma por uma... e novo ciclo de vida as renove.

Beijinho *
:-)

f@ disse...

Da in certeza vivemos certos e surgimos a cada minuto... se cai uma folha diz-se que voa...
... mtas vão surgir na próxima Primavera...
beijinhos das nuvens

BlueVelvet disse...

Se tivessemos a certeza de tudo, a vida perderia a graça.
Beijinhos tribais e veludinhos azuis