Cai chuva do céu cinzento
Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.
Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.
Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não,
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração.
Fernando Pessoa
O meu comentário???
Chuva intensa que nos magoa....
Na alma,
no corpo....
no corpo....
Fria,
despreza as
horas em que
horas em que
se cruzam destinos trágicos...
Em que a vida desaparece.....
Numa angústia,
num desespero total.....
Quando nada mais há a dizer...
E se deseja estar bem longe
daqui....
Quando nada mais há a dizer...
E se deseja estar bem longe
daqui....
4 comentários:
De Aveiro com Amor
Um beijo e o meu deserto
DESERTO
Vou caminhando pelo deserto
Ando e ando e é só areia...
Areia, areia e nada mais...
Estou cansada...
Os meu lábios estão secos...
Muito secos...
E eu no meio do deserto...
Só te queria ter...
Para beijares os meus lábios...
E me tirar a sede...
E espero-te para acalmar...
A minha ânsia....
A minha sede...
E o meu desejo...
Desejo louco de te ter...
De te poder tocar...
E finalmente ser feliz...
LILI LARANJO
28 de Março de
Concordo plenamente com o teu comentário. Óptima escolha.
Beijos
Jorge
Marta
Voltei para um beijinho e continua é bom ler os teus comentários...
Muito bem... penso que não é a primeira vez que venho aqui! O que li por cá gostei, bonito mesmo! A nossa mente sempre é fértil em imaginar a forma como descrever as nossas coisas para que os outros possam, assim, lerem. Vou ser seu seguidor, seja meu também.
http://transpondo-barreiras.blogspot.com/
http://congulolundo.blogspot.com/
http://minhalmaempoemas.blogspot.com/
Um beijão
Enviar um comentário