Sou
um mimo
e
hoje represento a eternidade,
ao
pintar o meu corpo nu, de branco
Vivo
da arte para a arte,
num
desafio, numa verdade,
num
convite à imaginação
Hoje
sou a tua história
Por
isso,
é
que desnudei o corpo,
o
pintei de branco
e
permaneço quieta,
quase
sem respirar...
Apenas
os olhos me denunciam
Mas
só se olharem verdadeiramente para mim
Nada
mais sou do que um mimo......
“MENINA
NUA DA PRAÇA”, Porto,
foto
de minha autoria

5 comentários:
E a história repete-se dentro de uma eternidade de gestos e de postura, ainda assim com mais movimento que muitos corpos que se denunciam mas não deixam rasto!
Olá, Marta... é um mimo o poema que aqui leio e, se está a observar-me, verá que a minha história é parecida com tantas outras, ficará para a posteridade, no coração de quem me recordar... quando a minha vida "passar à história"... os seus poemas são sempre um desafio, muito lindos e criativos. Parabéns e um beijinho!
...a maquina nova em acção.
É sem dúvida um "mimo" em companhia e em resultado...
Ai! os olhos esses marotos, que se deixarmos, levam-nos a um abismo a um paraíso...esses marotos que deixam a que se deixarmos nos cheguem à alma...assim o entendo.
Obrigada pelas palavras Marta...Bons clicks!
Beijo n´oteudoceolhar.
um mimo que escreve muito bem poesia de amor.
beij
Marta sem margem de duvida uma foto vem especifica ..menina nua da praça ..
Todos olham todos a observam e ninguém a julga ,mesmo nada mais que um mimo
Anita beijinho
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